God of War – Parte 3/3

Olá Mundo!

Retorno hoje para a conclusão dessa – que já deveria der acabado – gloriosa Adaptação de God of War.

Desculpem novamente a demora para postar essa última parte, mas valeu a pena, estou bem contente com o resultado e espero que vocês também. A próxima Adaptação já está sendo preparada e estou trabalhando de uma maneira diferente. A primeira parte só será postada após o termino total da resenha e análises. Dessa forma, posso programar o post para vocês não precisarem ficar esperando até que eu termine de escrever, além de serem avisados a data que sairá no blog.

Creio que todos já estão mais do que preparados, então, sem mais delongas, vamos começar!

 

Nas outras duas partes anteriores, falei sobre os dois livros escritos por Robert Vardeman com a parceria de Matthew Stover e analisei os dois primeiros jogos da série. Caso ainda não tenha lido, pare essa resenha e volte nas anteriores, pois vamos dar continuidade aquilo que já foi dito, é necessário que saibam tudo até o momento para não ficarem perdidos.

Com isso em mente, seguimos para o próximo jogo da série, God of War III.

 

 God of War III

Para fechar a trilogia, no dia 16 de março de 2010 foi lançado God Of War III. O último capítulo da jornada de Kratos (pelo menos por enquanto). Até a pouco tempo atrás era um exclusivo de Playstation 3, mas assim como os outros, sofreu uma remasterização e foi lançado para Playstation 4 no dia 14 de junho de 2015.

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Capa Ed. norte-americana

Enredo

Agora com a ajuda dos Titãs e portando a Lâmina do Olimpo, Kratos sobe em direção ao Monte Olimpo junta a titã Mãe da Terra, Gaia, para buscar sua vingança e iniciar a segunda Grande Guerra, a segunda Titanomaquia. Enquanto isso, Zeus e os outros deuses se preparam para o confronto inevitável, e que está mais próximo do que nunca.

Não demorou para que os dois alcançassem o topo e ficarem frente a frente com o rei dos deuses, mas após ser atingida por um raio, Gaia despenca do Monte e na tentativa de se segurar, não salva Kratos, revelando à ele suas reais intenções e afirmando que ele era apenas uma peça em seu plano. Além de dizer que a guerra entre os titãs e os deuses é mais importante do que sua vingança pessoal. Ele então, despenca até o rio Estige, ficando fraco e sem seus poderes, de novo.

A partir daí sua jornada para matar Zeus e todos aqueles que o traíram, se torna a única coisa que importa.

E assim começa o capítulo final da grande jornada de vingança de Kratos.

Depois de jogos tão premiados como seus antecessores, é claro que GoW III não seria nada menos do que espetacular. Esse sem dúvida foi o jogo mais grandioso de todos e chegou chutando o pau-da-barraca, mostrando que realmente veio para marcar o mundo dos games com sangue.

Alguns movimentos foram acrescentados e outros melhorados, mas a gameplay se manteve a mesma no geral. Por outro lado, os gráficos receberam uma puta melhoria. Mesmo não tendo o mesmo salto do que o primeiro para o segundo, o jogo está muito mais bonito e até mesmo os personagens receberam movimentos mais realistas. Kratos mexe todo o corpo para lançar as espadas, quando ele agarra os inimigos ou os atira no ar. O uso de partículas enche os olhos do começo ao fim, desde simples lutas com inimigos até as enormes batalhas colossais contra os vários chefes.

E, aliás, isso é outro ponto foda. Os chefes são épicos e cada batalha é marcante, seja pela beleza dos cenários ou pela violência do jogo, cada momento tem seu toque especial.

O enredo como era de se esperar é cheio de reviravoltas, mas igualmente marcante.

God of War III fechou com chave de ouro uma das trilogias mais aclamadas do mundo dos games. Vendeu cerca de 5,2 milhões de copias, sendo até hoje o jogo mais vendido da franquia.

Até o momento, não há nada que aponte um próximo livro da série baseado no último jogo da série foi dito. Não se sabe o porquê, mas não há previsões e nem confirmações de Strover ou Vardeman voltarem a escrever. Sinceramente, acho meio difícil de acontecer um novo lançamento de livros de God of War, mas nunca se sabe!

Em 2014, num evento próprio da Sony (Playstation experience), o estúdio responsável pela criação dos jogos afirmou estar trabalhando em um novo projeto, ainda sem data prevista, com o título de God of War. Quem sabe eles não começam uma nova história e transportem isso para livro, como a Ubisoft está fazendo com Assassin’s Creed? Enfim. Só nos resta aguardar e torcer.

God of War (Comic series)

No mesmo mês do lançamento do terceiro jogo, em março de 2010, chegaram as bancas a primeira edição da minissérie de HQs baseada em God of war.

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Capa Ed. norte-americana 2010

Escrita por Marv Wolfman e desenhada por Andrea Sorrentino, a minissérie foi composta por seis edições – sendo que o lançamento da primeira parte coincidiu com o lançamento do terceiro jogo da série – e concluída em janeiro de 2011.

E para quem não conhece, a lenda Marvin Arthur Wolfman é um roteirista de quadrinhos americano “pouco conhecido”. Escreveu apenas alguns quadrinhos como A túmba de Drácula, Os novos Jovens Titãs e, provavelmente o “menos conhecido”, Crise das Infinitas Terras. Nem é foda, não.

Já o outro mito, Andrea Sorrentino é responsável pela arte de obras como Arqueiro-Verde (Novos 52), I, Vampire e a elogiada fucking série Old Man Logan.

Pouco, né? Mas não acabou ainda! As capas são desenhadas por um carinha chamado Andy Park, artista que desenhou para quadrinhos como Witchblade, Tomb Raider e Uncanny X-Men. Além de ter feito as artes concituais de quase todos os jogos de GoW e filmes como Guardiões da Galáxia e Os Vingadores: A Era de Ultron.

Sente o peso da equipe criativa…

A publicação original de God of War sofreu alguns problemas, começando a ser comercializada com o selo da WildStorm Productions (empresa de publicação de quadrinhos independentes, criada por Jim Lee, que se tornou um selo de comercialização da DC Comics em pouco tempo) e terminando na editora DC Comics. Isso se deu ao fato de que durante o lançamento da minissérie, a WildStorm acabou fechando as portas e para não ter que cancelar o curto arco do deus da guerra, a DC assumiu a frente e terminou de publicá-la.

Aqui no Brasil, a HQ foi publicada em um encadernado de capa dura em novembro de 2011 pela editora Panini, a preço de R$ 19,00 e encontra-se esgotada, no momento.

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O enredo é contado quase da mesma maneira que o primeiro game da saga, alternando entre o presente e o passado, por meio de flashbacks.

Na trama principal, pouco tempo depois de Kratos matar Ares e se tornar o novo deus da guerra, começa uma jornada em busca da Ambrósia de Asclepius – Asclepius ou Esculápio, como também é conhecido, é o deus da medicina, na mitologia grega. Mas o caminho até essa lendária magia curadora, traz a ele memórias de um passado aflito.

Nesses momentos, flashbacks do passado dão origem a história paralela, que começa há muitos anos. Antes mesmo de Kratos ser um guerreiro.

O enredo é contado quase da mesma maneira que o primeiro game da saga, alternando entre o presente e o passado, por meio de flashbacks.

Nas duas tramas, temos Kratos traçando uma jornada em busca da Ambrósia de Asclepius (Asclepius ou Esculápio, como também é conhecido, é o deus da medicina na mitologia grega) em dois momentos diferentes da sua vida, antes de se tornar um general de guerra e depois de virar o deus da guerra.

A estória volta muito muito tempo na vida de Kratos, passando por seu treinamento na infância e seu destaque no meio de todos os guerreiros mais velhos em sua adolescência, até se tornar um grande soldado de Esparta.

Nesse período ele conhece Lysandra, uma mulher diferente de todas aquelas que já se relacionou. Por ela se apaixona e juntos tiveram uma filha, Calliope. Infelizmente, como nada são flores para Kratos, Calliope veio ao mundo com varíola e, pelas leis de Esparta, deveria ser sacrificada junto as outras crianças doentes.

Desesperado, ele ouve falar na lendária Ambrósia, a única cura capaz de salvar sua filha, e parte em busca dela, com a promessa de curar não só Calliope, mas todas as crianças doentes de seu povo.

O que ele não imaginava é que até nisso, os deuses estavam por trás.

No Olimpo, seis dos grandes deuses decidiram fazer uma espécie de Jogos Vorazes com os mortais. Cada um escolheu um guerreiro de determinado povo – Bárbaros, Espartanos, etc – para que eles se enfrentem em busca da mesma Ambrósia.

Nessa corrida mortal contra o tempo, todos partem cegamente em busca da cura, cada um para um motivo, sabendo que somente um sobreviverá.

Incrível!! Melhor palavra para definir essa espetacular HQ.

Logo pela equipe que trabalhou nesse projeto, já dá para imaginar a qualidade do material baseado no grande sucesso do mundo dos games.

O roteiro é sensacional, muito bem escrito e , na minha opinião, uma das melhores aventuras de Kratos mesmo comparada com os jogos.

Uma estória cheia de tensão, violência e reviravoltas.

Infelizmente, ela peca um pouco por ser muito clichê em várias partes, principalmente perto do final – e o final em si. Muitas coincidências e situações forçadas são presentes para tentar passar a mesma grandiosidade dos jogos, deixando a leitura um poco cansativa, pois é luta atrás de luta, sangue atrás de sangue, até o fim. Isso tira um pouco do mérito da trama envolvente do quadrinho.

Uma coisa bem legal é o conteúdo histórico apresentado na HQ, como a cultura espartana e seus costumes. Dá para se ter uma visão do quão organizados eram e o porquê se tornaram famosos em conquistas. Lembra muito a obra de Frank Miller, Os 300 de Esparta.

A do Sorrentino é fantástica e embasbacante. Os desenhas parecem ser feitos em tela e pintados a mão, com cores escuras destacando apenas um ou outro objeto nos quadros. A ambientação é lindissíma, de encher os olhos. Os cenários variados conseguem transparecer a essência de cada um.

God of War é um quadrinho excelente e que vale a leitura, não só dos amantes da série nos jogos e livros, como todos aqueles que curtem a sétima arte, mitologia e história.

Agora que estabeleci todo o enredo principal e resenhei todas as adaptações dessa enorme saga, vou concluir fazendo uma breve análise de todos os outros jogos que fazem parte da mitologia, do mundo de GoW. Em seguida, vou colocar a ordem cronológica, pois é uma das partes onde as pessoas mais se confundem.

 God of War: Betrayal  

Como um exclusivo dos celulares da Sony, em novembro de 2007 foi lançado God of War: Betrayal. O jogo diferente dos outros da saga, é 2D num estilo plataforma. Foi publicado pela Sony Pictures Digital Entertainment, e desenvolvido pela Java.

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Tela inicial do jogo

Enredo

Após se tornar o deus da guerra, Kratos lidera o exército espartano em batalhas contra cidades de adoradores de outros deuses para provocar o Olimpo. Em um desses ataques, ele descobre que existe um assassino agindo em seu nome e decide ir atrás dele para descobrir quem porquê.

 

God of War: Betrayael é o jogo mais simples da saga e também o mais curto. Porém, diferente de como muitos acham, ele não é spin-off.

Os controles, assim como os gráficos tinham a limitação dos celulares da época, mas é tranquilo de se jogar, já que os movimentos são todos baseados nos outros games. O único problema que encontrei é em relação ao salto que algumas vezes é impreciso.

Os inimigos também são inspirados nos outros jogos assim com algumas finalizações também e golpes.

Para aumentar as horas de jogo, existe um modo de arena onde hordas de monstros não param de vir até que você morra. Esse é bem legalzinho.

Como um jogo de celular, é divertido e vale a pena tentar jogar.

  

 God of War: Chains Of Olympus

God of War: Chains Of Olympus foi originalmente desenvolvido pela Ready At Dawn para PSP em 2008 e portado pela Santa Monica Studios para PlayStation 3 em 2011 com um dos jogos na coletânea God of War: Origins Collection.

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Capa Ed. norte-americana

      Enredo

Ainda a serviço dos deuses, Kratos é mandado a cidade de Ática para ajudar a defendê-la de invasões Persas. Ao terminar seu trabalho, observa o Sol cair e a terra ser coberta pela névoa escura de Morfeu. Atena diz a Kratos que isso aconteceu pelo fato de Hélios estar desaparecido e lhe entrega a missão de achar o deus do Sol.

Joguei esse game no portátil, como foi originalmente lançado, que em questões gráficas e de jogabilidade são muito inferiores, mas a diversão acabou passando por cima e nem me importei tanto. O que realmente incomoda um pouco é a repetitividade de cenários e inimigos, que quanto mais próximo do final, se tornava mais frequente.

Chains of Olympus foi, pelo menos ao meu ver, um dos games mais difíceis da série e com o Final Boss mais chato e apelão de toda a saga. Mas tudo isso é bem recompensado por alguns momentos emocionantes e um final bastante surpreendente.

  God of War: Ghost of Sparta 

Assim como o primeiro game para portátil, Ghost of Sparta foi desenvolvido pela Ready At Dawn para o PSP em 2010 e uma ganhou uma versão remasterizada em HD para o Playstation 3 em 2011 pelas mão da Santa Monica Studios, junto a coletânea God of War: Origins Collection.

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Capa Ed. norte-americana

Enredo

Após vencer Ares, Kratos assume o trono de deus da Guerra. Porém seus pesadelos continuam a atormentá-lo e decide então explorar mais de seu passado viajando para o Templo de Poseidon, em Atlântida. Lá encontra sua mãe, Callisto, que diz a ele que seu irmão, Deimos, sequestrado pelos deuses quando criança, ainda vive, mas é prisioneiro de Tânato nos Domínios da morte. Kratos então começa uma jornada para achar e livrar seu irmão há muito esquecido.

Nesse jogo é revelando mais do misterioso passado de Kratos e de sua família, de uma forma inesperada e dramática. Como foi lançado depois do terceiro game da série, algumas mecânicas de jogo foram acrescentadas, como correr e agarrar um inimigo, dando mais dinamismo a gameplay.

Destaque para a parte gráfica que é muito mais detalhada e superior ao primeiro lançado para o portátil. Assim como na história, que é maior que a de Chains of Olympus.

O jogo é impecável e marcante na saga. A construção dos personagens também, é muito boa, porém, a história se enrola um pouco no final e algumas coisas que poderiam ser mais exploradas acabam sendo deixadas de lado. Mas isso não tira a qualidade do jogo, que é um dos melhores da série e do próprio PSP.

  

God of War: Ascension

God of War: Ascension foi produzido pela Santa Monica Studio e publicado pela Sony Computer Entertainment, lançado em maço de 2013, exclusivamente para PlayStation 3.

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Capa Ed. norte-americana

Enredo

Seis meses após da traição de Ares que causou a morte da esposa e filha de Kratos, o deus envia as três Fúrias para o matarem, acusando-o de ter quebrado seu juramento de servidão. No momento que uma delas o tortura, Kratos consegue escapar e encontra Orkos, servo-juramentado e filho de Ares, que lhe diz que o deus e as Fúrias têm planos para derrubar o Olimpo.

Quando foi anunciado, God of War: Ascension fez mais sucesso por anunciar um modo multiplayer, antes nunca visto na série, do que por ser um novo capítulo para a hisatória de Kratos. E não é para menos. De todos, esse é o jogo com o enredo menos desenvolvido e fraco.

Em relação a gameplay, não apresenta muita inovação a não ser alguns movimentos diferentes e o fato de Kratos não ter mais os poderes dos deuses, mas sim, usar sua espada com magia relacionadas com cada um deles (até mesmo de Ares).

Até mesmo em críticas o jogo foi muito inferior aos outros.

Admito que o game possua momentos muito legais e vale bastante a pena, mas já tenham em mente que não é tão bom quanto os outros.

Alguns outros jogos também foram lançados remasterizados em alta definição ou em coletâneas, com melhorias gráficas e em controles, adição de troféus, entre outras coisas.

  • God of War: Origins Collection God of War: Origins Collection, também conhecido como God of War Collection – Volume II na Europa, foi anunciado pela primeira vez na conferência da Sony na E3 de 2011. A coleção é uma porte remasterizado da série do PSP: God of War : Chains of Olympus e God of War: Ghost of Sparta. A coleção foi lançado pela Ready at Dawn em disco Blu-ray em 13 de Setembro de 2011.
  • God of War Saga Collection – Lançado em agosto de 2012, God of War Saga Collection reúne cinco jogos da saga portados para o PlayStation 3. A coleção inclui God of War, God of War II, God of War III, God of War: Chains of Olympus e God of War: Ghost of Sparta. Possui dois discos Blu-ray, sendo no primeiro God of War I e II e no segundo disco, o God of War III. Já Chains of Olympus e Ghost of Sparta vieram por download, via PSN.
  • God of War Omega Edition – Como uma versão exclusiva para a América Latina de God of War Saga, essa coleção foi lançada em novembro de 2012 e apresenta três discos Blu-ray, ao invés de dois, com Chains of Olympus e Ghost of Sparta incluído no terceiro disco. Ele também inclui um SteelBook com trabalhos de arte exclusivos e uma estátua de bronze de edição limitada de Kratos.
  • God of War Collection – Trata-se de um porte remasterizado dos dois primeiros jogos para o PlayStation 3 em um único disco Blu-ray lançado em 2009 e mais tarde, acompanhou a edição limitada de God of War III: Ultimate Trilogy Edition com alguns outros itens de colecionador e o terceiro jogo. Em 2013, durante a conferencia da Sony na E3, foi anunciada também uma versão para PS Vita, lançada em maio de 2014.
  • God of war 3 Remastered – Em comemoração ao décimo aniversário da franquia, em junho deste ano (2015) foi lançada uma versão remasterizada de God of War III para Playstation 4. A versão é em 1080p e roda em 60fps, mas não possui conteúdo bônus.

Apresentado todos os jogos, está na hora de pôr isso em ordem, afinal, como é a ordem cronológica de God of War?

  1. God of War: Ascension
  2. God of War: Chains of Olympus
  3. God of War I (jogo e livro)
  4. God of War: Ghost of Sparta
  5. God of War Betryal
  6. God of War II (jogo e livro)
  7. God of War III

*Como as HQs não se passam em um período certo, vou levar em consideração a trama principal e dizer que elas estão entre GoW I e do Ghost of Sparta.

Além de tudo isso, God of war possui cinco álbuns contendo as trilhas sonoras dos principais jogos da série, sendo eles:

  1. God of War: Original Soundtrack from the Video Game
  2. God of War II: Original Soundtrack from the Video
  3. God of War III: Original Soundtrack from the Video Game
  4. God of War: Ghost of Sparta – Original Soundtrack from the Video Game
  5. God of War: Ascension (Original Soundtrack)

Esses álbuns são sensacionais e aconselho a todos que tiverem a chance de compra, que adquiram essas preciosidades. Mas caso não encontre, vou deixar o link para download de cada um deles no final do post.

Um álbum de heavy metal intitulado de God of War: Blood & Metal, foi lançado em 2010, homenageando a saga. Contém sete faixas em sua versão “deluxe” e, mesmo que eu não goste tanto, admito que é bem legalzinho (link no final do post, também).

 

CA-RA-LE-O

PQP!

Finalmente!! Depois de muito esforço e muito tempo (seja de pesquisa, escrita, leitura, etc), acabou! A primeira Adaptação do blog está conclusa!

Acho que vocês imaginam o puta trabalho que foi realizar essas resenhas e análises, então espero que tenham gostado. Como já havia dito, esse foi o nosso primeiro teste e então ainda estou definido o formato definitivo. Resenhas primeiro – análises depois ou misturado… enfim. Não sei como vai ficar, mas preciso de ajuda de vocês! Comentem suas ideias.

Ajudem a compartilhar essa Adaptação e deem dicas para as próximas!

Muito obrigada a todos que leram até aqui e esperaram pacientemente até que eu postasse. Espero melhorar sempre e com ajuda de vocês, sei que vou.

Comentem, compartilhem, sigam minhas redes sociais e o blog.

Obrigado.

Até a próxima!

Links

HQs em .cbr (1 – 6): http://goo.gl/0RYQH8

Álbuns:

Livro:

Saraiva -http://goo.gl/RYcIpR

Livraria Cultura (Livro digital) – http://goo.gl/PLLHL8

Submarino – http://goo.gl/wUw3qK

Estante Virtual – http://goo.gl/9AH8EL

Box: God of War e God of War II (Minha compra) – http://goo.gl/h5ZbZl

Saga God of War (Zangado) – https://goo.gl/uUxxAE

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